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sábado, 12 de janeiro de 2013

Exercitar músculos pode não alterar o peso, mas faz diminuir as medidas


Corpo saudável deve ter 80% de músculos e apenas 20% de gordura.
2 pessoas podem ter mesmo peso, mas uma ter mais músculos que outra.



Para ser saudável e resistente, o corpo deve ter de 80% a 82% de músculos e apenas de 18% a 20% de gorduras. Ter a musculatura forte e desenvolvida é importante para sustentar os ossos e prevenir fraturas, como explicaram os médicos do esporte Gustavo Magliocca e Fernanda Lima no Bem Estar desta sexta-feira .
Ao exercitar os músculos, a pessoa pode continuar com o mesmo peso, mas pode perder medidas. Dois indivíduos que pesam o mesmo número podem ter a aparência diferente e isso significa que um tem mais músculos do que o outro, como mostra o infográfico abaixo. A gordura ocupa mais espaço no corpo e pode se concentrar na barriga, por exemplo.
Bem Estar - Infográfico mostra como o músculo interfere no peso (Foto: Arte/G1)
Estudos recentes mostram que exercitar a musculatura estimula a produção de substâncias que defendem o organismo de invasores e ainda aumenta a produção de hormônios que auxiliam no metabolismo da glicose e das gorduras.
Além disso, ter os músculos desenvolvidos garante um envelhecimento ativo, com mais autonomia e também uma melhora na autoestima já que ajudam no contorno do corpo.
Porém, é importante alertar que o desenvolvimento muscular é diferente para cada pessoa e depende muito de fatores genéticos, do biotipo e também da quantidade de fibras musculares do corpo.
Fibras do tipo 1 são aeróbias, de pouca força e resistência; já fibras do tipo 2 têm ação rápida, de força e explosão – quem tem mais o primeiro tipo consegue desenvolver mais os músculos. A atividade mais eficiente nesse processo é a musculação, porém qualquer exercício de força pode aumentar a massa muscular, também conhecida como massa magra.



Pessoas que têm entre 20 e 35 anos estão no auge do desenvolvimento muscular do corpo. A partir dessa idade, tanto o homem como a mulher começam a ter uma perda gradual, principalmente se forem sedentários. Se não se exercitarem, essas pessoas correm o risco de desenvolver a sarcopenia, uma doença provocada pela perda da massa magra e da função muscular.

Fonte: Bem estar - G1.com.br

LEMBRANDO que o Método Pilates praticado corretamente e frequentemente diminui a % de gordura corporal e aumenta a % de massa magra . Nós do STUDIO PILATES Karina Maia e Rebecca Loureiro fazemos o acompanhamento atravez da avaliação do aluno para verificar a preseça de ganho de massa muscular.

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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

As vantagens da atividade física a dois

Ter companhia para malhar pode servir como incentivo para aproveitar ao máximo os benefícios da atividade física
 
 
Praticar uma atividade física não é uma tarefa fácil e agradável para todos. Quem faz exercícios físicos por obrigação acha ainda pior fazer isso sozinho. Muitas das coisas que fazemos por obrigação, preferimos fazer com a companhia de alguém que gostamos, o que torna a atividade menos torturante. Por isso, é interessante valorizar as companhias na hora de fazer exercícios físicos.
Nestes casos, um ótimo incentivo para fazer caminhadas ou ir à academia é ter a companhia de uma amiga. Como vocês terão muitos assuntos em comum, o tempo passará mais rápido e você nem vai perceber que ficou por algumas horas malhando. Além disso, o fato de ter companhia para malhar aumenta o seu comprometimento com a regularidade desses exercícios físicos.
Outra opção de companhia para atividade física a dois é levar seu namorado para praticá-la com você. Como a vida em casal pode acabar resultando em quilos a mais devido à idas a restaurantes, jantares a dois, pipoca no cinema, é importante que os dois cuidem da forma física. E nada melhor do que fazer isso juntos, unindo o útil ao agradável.
Seus familiares também podem ser parceiros excelentes para uma caminhada, andar de bicicleta ou até mesmo ir à academia. Uma vantagem dessa companhia é que, se vocês moram juntos, já saem de casa juntos para fazer o exercício que escolheram, facilitando a jornada.
Se nenhuma dessas alternativas der certo, você pode ainda chamar um companheiro de trabalho para malharem juntos logo após o término do expediente. Dessa forma, vocês vão passar um tempo de qualidade juntos, relaxando em um ambiente diferente do trabalho.
Independente da companhia que você escolher para praticar exercícios físicos a dois, a principal vantagem é a motivação que a companhia te dá para continuar a atividade e não desistir no primeiro dia de preguiça. Até o seu animal de estimação pode ser uma excelente companhia nessas horas.
Quando um desanima, o outro anima, se ajudando e encorajando mutuamente. Além disso, é mais difícil arrumar uma desculpa para convencer duas pessoas – você e sua companhia – do que achar uma desculpa que convença apenas você a não ir por estar sem vontade.
fonte: Dicas de Mulher

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

PILATES NO AVC

PILATES NO A.V.C

AVC 

O AVE é a principal causa de incapacidade neurológica, sendo comum em todo o mundo, os déficits neurológicos levam para a maioria dos portadores, uma vida sedentária, com limitações das Atividades de Vida Diária (AVD’s) e atividades de Vida Instrumentais (AVDI’s).
 
A perda de força em pacientes pós AVE diminui acentuadamente a capacidade para as tarefas diárias e as habilidades de deambular.
 
A participação em exercícios regulares a longo prazo, é essencial para a manutenção de endurance e força muscular, atenuando os riscos de problemas ligados à doença cardiovascular.
 
O Método Pilates tem como intuito o condicionamento físico e mental, melhorando flexibilidade, consciência corporal, equilíbrio e força, consequentemente propiciando uma melhora na funcionalidade.
 
O Pilates é uma técnica que pode ser utilizada na prevenção de doenças ou na reabilitação. Assegurando-se dessas informações foi desenvolvido um protocolo do Método Pilates, com a finalidade de utilizar em pacientes com sequelas motoras pós AVE, como técnica sinergista à Fisioterapia.
 
Por meio de uma avaliação Cinesio-funcional realizada antes e após as 10 sessões de Pilates, foram obtidos os resultados encontrados na pesquisa que demonstraram que o Método Pilates associado a Fisioterapia apresentou melhoras significativas no equilíbrio, na marcha e na força muscular, Lembrando que os pacientes apresentam sequelas neurológicas, em que a evolução terapêutica é geralmente a longo prazo, levando a sugerir que o prosseguimento da terapia poderá refletir em um resultado de forma significativa.


Fonte:
  • Ane, R.B. Os efeitos do Método de Pilates no equilíbrio e na marcha de pacientes com acidente vascular encefálico (AVE). Criciúma, 2009.

Gasto calórico de uma aula de pilates

Posicionamento do acsm (american college of sports medicine) em relação ao gasto calórico de uma aula de pilates

Foram mensurados os gastos calóricos e metabólicos e taxas de esforço percebido em indivíduos praticantes de aulas de matpilates, nos três níveis: básico, intermediário e avançado.
O artigo mostra um resultado melhor quando esse aluno passa do nível básico para o intermediário. O gasto calórico médio nos 30 primeiros minutos da atividade foi de 180 calorias e de 90 calorias a cada 15 minutos subseqüentes sendo que os homens obtiveram maiores gastos energéticos do que a mulheres (devido à maior massa muscular). Os exercícios Side Bend (dobrar de lado), Jack-Knife (canivete) e Boomerang, apresentaram os maiores gastos energéticos, enquanto que os movimentos: sealed twist, Leg circle e o The hundred tiveram gastos menores.
As aulas básicas foram equiparadas ao gasto energético de uma sessão de alongamentos ativos. As aulas intermediárias obtiveram um gasto energético igual ao de uma caminhada na esteira com a velocidade de 6.4 km/h.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Fratura no quadril é uma das maiores causas de morte entre idosos

Um caso de saúde pública, assim é considerada a fratura no quadril pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Hoje ela é a maior causa de morte dentre as lesões ortopédicas em pessoas acima de 65 anos, e representa cerca de 50% das internações de idosos por trauma em prontos-socorros. Nos Estados Unidos, são gastos 10 bilhões de dólares por ano e a previsão é de que esse número triplique nos próximos anos. No Brasil, há uma estimativa de 10 mil casos da fratura por ano.
Em entrevista ao UOL, o ortopedista Dr. Marcelo G. Cavalheiro, coordenador da divisão de Artroscopia do Quadril na Escola Paulista de Medicina, revela que a maior incidência em idosos se deve à osteoporose. “Este tipo de fratura pode acontecer com jovens, mas somente em casos como acidentes automobilísticos, grandes quedas, enquanto que para o idoso isso pode ocorrer em movimentos corriqueiros”, conta o médico.
Cavalheiro explica que isso acontece porque o esqueleto do ser humano acumula massa óssea até a faixa do 30 anos e, a partir de então, passa a perder 0,3% ao ano. Mas, a perda é maior entre mulheres nos primeiros 10 anos de pós-menopausa, chegando a 3% ao ano em indivíduos sedentários.  “Estima-se que 50% das mulheres com mais de 75 anos venham a ter alguma fratura osteoporótica. Em homens, esse índice cai para 25%”, completa.
Diversas medidas podem ser adotadas para evitar a ocorrência da fratura no quadril. O primeiro passo é minimizar o risco de quedas no ambiente em que o indivíduo vive, com o uso de pisos antiderrapantes, barras de apoio em corredores e banheiros e melhorar a iluminação e alcance de objetos. Melhorar o condicionamento físico é a indicação dos profissionais da saúde para a prevenção de quedas. Através de atividades físicas é possível conquistar força muscular e flexibilidade, além de haver um ganho na coordenação motora, equilíbrio e mobilidade geral.
Muitos especialistas consideram o Pilates como uma atividade perfeita para idosos vítimas da osteoporose. Entre os benefícios relevantes para a terceira idade, estão a recuperação de articulações propensas à artrite, artrose e dores generalizadas, a correção da postura, a ativação da circulação e fortalecimento dos músculos através de exercícios de alongamento. Vale lembrar que a prevenção começa nas primeiras décadas de vida, o que pode reduzir a ocorrência da fratura no quadril e outros acidentes decorrentes da perda de massa óssea.
Fonte  Revista Pilates

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Quando começa o envelhecimento?



Nossas respostas ficam mais lentas, a memória sofre, o raciocínio se arrasta um pouco: por quê?
Diz a sabedoria popular que, para morrer, basta estar vivo. Parece óbvio, mas é verdade também do ponto de vista bioquímico: morrer é a consequência de estar vivo -e o processo entre as duas coisas é o envelhecimento.
Envelhecer é sofrer as consequências da respiração celular, o processo que transfere para as células a energia trazida pelos alimentos.
Essa definição, no entanto, soa bastante diferente da ideia mais tradicional que a gente faz do envelhecimento: aquele encarquilhar da pele, o embaçar dos olhos, o viço dos cabelos que se vai, a vontade cada vez menor.
Ou não: há quem envelheça bem, estendendo as características da juventude bem mais adiante.
Entender o envelhecimento do cérebro é uma das grandes preocupações da neurociência. Nossas respostas vão ficando mais lentas, a memória sofre, o raciocínio se arrasta um pouquinho: por quê? Morrem neurônios? Desaparecem sinapses? O metabolismo deixa de ser suficiente? O que causa o declínio funcional do cérebro com a idade, e quando ele começa?
Uma resposta nada animadora foi oferecida por uma pesquisa de nosso laboratório, que analisou o número de células no cérebro de ratos de diferentes idades.
Nos animais de dois anos de idade -bem velhinhos, para ratos-, encontramos cerca de 30% menos neurônios do que nos jovens adultos, de dois ou três meses de idade, numa perda generalizada por todo o cérebro.
E o que é pior: a perda, progressiva, se nota já a partir dos três meses de idade.
Ou seja: mal o bicho chega ao seu ápice, no final da adolescência, e já é ladeira abaixo -pelo menos em termos de números de neurônios.
Falta determinar se essa perda de neurônios de fato causa perda cognitiva, mas é de se esperar que perder neurônios ao longo da vida não seja boa coisa.
Mas vamos às boas notícias. A primeira é que embora a perda média seja de 30% dos neurônios, a variação é grande entre indivíduos.
Ratos, portanto, também nisso são como pessoas: alguns envelhecem bem, outros nem tanto. De onde vem essa diferença?
Ainda não se sabe, mas alguns suspeitos são conhecidos. E aqui está a segunda boa notícia. Sabendo que o declínio neuronal começa assim que se atinge a idade adulta podemos, desde cedo, investir em educação continuada, atividades físicas, exercícios mentais, bom sono, boa alimentação -e, assim, fazer o possível para envelhecer bem.
SUZANA HERCULANO-HOUZEL é neurocientista, professora da UFRJ e autora do livro "Pílulas de Neurociência para uma Vida Melhor" (ed. Sextante) e do blogwww.suzanaherculanohouzel.com