O exercício previne lesões e ajuda na reabilitação
Seja qual for o grau de intimidade com o esporte, seja o atleta novato ou profissional, o método Pilates pode ajudar a desenvolver o aperfeiçoamento das técnicas de corrida. Sabemos que, para maior eficiência e segurança, durante as atividades físicas é preciso concentração e respiração adequada e eficiente, controle de centro e da interação e compromisso com todo o corpo, precisão e economia de esforço, fluência de movimentos e ritmo.
A estabilidade dinâmica do tronco e a coordenação adequada deste com os braços e as pernas, além do alinhamento optimal de todo o corpo, ditam as regras de uma boa corrida. Todos esses elementos são trabalhados no Pilates – técnica cada vez mais utilizada por atletas de diversas modalidades para maximizar os resultados esportivos.
As vantagens desse método são inúmeras, tanto na melhora da performance e na prevenção de lesões quanto na reabilitação. Os benefícios do Pilates vão desde a aquisição e manutenção de uma boa postura, fundamental para melhorar o aproveitamento biomecânico, evitando sobrecargas nas articulações, ossos e músculos e trazendo maior economia de energia.
fonte: Minhavida
Outras atividades:NEOPILATES, OSTEOPATIA, RPG, FISIOTERAPIA e BANDAGEM FUNCIONAL Unidade Manaíra:Av. Edson Ramalho - Empresarial Coliseum FONE:(083)8899-1436 / 3045-6145 Unidade Bairro dos Estados - Av Acre - Empresarial Daterra Fone: (83)9924-9818 / 8632-8689 eMAIL: karinamaiapilates@gmail.com
sexta-feira, 30 de março de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
Depoimento de quem faz com Karina Maia
"Conhecer o Karina Maia Studio Pilates, foi uma grande coincidência e felicidade.
Sempre tinha tido vontade de fazer pilates, mas me faltava entusiasmo.
Depois de dar o primeiro passo e ir até o Studio para conhecer, não quis mais parar.
Desde a primeira aula, me apaixonei pelo método e pelos exercícios.
A cada aula, uma nova conquista e depois de quase 5 meses, vejo o quanto evoluí.
Flexibilidade, alongamento, postura, resistência foram alguns dos presentes que ganhei depois desses meses.
Hoje não penso mais em parar. E a cada notícia que acompanho no http://kmpilates.blogspot.com.br/ , vejo que é uma prática que levarei para toda vida."
Tamara Nery
Tamara realizando o Lunge from plank com o Bosu para fortalecimento de braços, costas ,glúteos, abdômen e coxas.
domingo, 25 de março de 2012
Exercícios ativam gene queimador de gordura imediatamente

Uma pesquisa feita no Instituto Karolinska, em Estocolmo, na Suécia, mostrou que uma hora de exercícios físicos já é suficiente para ativar os genes responsáveis pela queima de estoque de gordura corporal. Os cientistas procuraram por modificações genéticas – chamadas desmetilações – nos músculos de oito voluntários durante a prática de exercícios. Para isso foram realizadas biópsias em músculos da coxa de homens que eram relativamente sedentários. As amostras foram colhidas antes e uma hora após a atividade física.
Vários genes envolvidos no metabolismo de gordura sofreram desmetilações após os exercícios, facilitando a produção de proteínas. Isso sugere que houve maior envolvimento de enzimas que quebram gordura depois da seção de exercícios. Os cientistas ficaram surpresos ao notar que isso acontece tão rapidamente.
Para saber mais sobre a pesquisa acesse http://www.cell.com/cell-metabolism/abstract/S1550-4131(12)00005-8.
sábado, 24 de março de 2012
Exercícios de Pilates no Cadillac
quinta-feira, 22 de março de 2012
Maçã ajuda a viver mais

Cientistas relatam a primeira evidência de que o consumo de uma substância antioxidante encontrada nas maçãs aumenta em 10% o tempo de vida dos animais de teste.
Os novos resultados, obtidos com as moscas de frutas reforçam as conclusões semelhantes sobre os antioxidantes da maçã em estudos com outros animais. Zhen-Yu Chen e seus colegas observam que as substâncias nocivas geradas no corpo, denominadas de radicais livres, causam alterações indesejáveis que se acredita estarem envolvidas no processo de envelhecimento e algumas doenças. As substâncias conhecidas como antioxidantes podem combater esse dano.
Frutas e hortaliças na dieta, especialmente alimentos coloridos como tomate, brócolis, mirtilos e as maçãs são excelentes fontes de antioxidantes. Um estudo anterior realizado com outros animais sugeriram que um antioxidante da maçã poderia estender o tempo médio de vida.
No relatório atual, os pesquisadores estudaram se os antioxidantes da maçã diferentes, conhecidas como polifenóis, poderiam fazer a mesma coisa em moscas de fruta. Os pesquisadores descobriram que os polifenóis da maçã não apenas prolongaram a média de vida das moscas de frutas, mas ajudaram a preservar a sua capacidade de caminhar, subir e se deslocar. Além disso, os polifenóis da maçã reverteram os níveis de várias substâncias bioquímicas encontradas em moscas mais velhas, que foram utilizadas como referência para deterioração associada ao envelhecimento.
Chen e seus colegas observam que os resultados confirmam as conclusões de outros estudos, inclusive um em que as mulheres que comiam maçãs regularmente apresentavam uma redução 13-22% do risco de doença cardíaca, e reforçam imagem da maçã como um alimento saudável.
Journal of Agricultural and Food Chemistry, 07/03/2011
NO STUDIO PILATES KARINA MAIA TEM MAÇA PARA VOCÊS!
BOAS AULAS!
terça-feira, 20 de março de 2012
ESTUDO: AUMENTO DA AUTOFAGIA INDUZIDO POR EXERCÍCIOS FÍSICOS
Um estudo publicado em Janeiro na revista Nature sugere que a capacidade dos exercícios físicos de acelerar a remoção de resíduos e reciclagem dos componentes aproveitáveis das células do corpo pode ser um de seus efeitos mais importantes, ainda que o menos visível. Os cientistas do Centro Médico do Sudoeste na Universidade do Texas, em Dallas, uniram dois grupos de camundongos. Um era normal, possuindo um sistema de limpeza celular apurado. O outro tinha sido reproduzido com sistemas de eliminação de resíduos enfraquecidos.
Sabe-se que as células acumulam resíduos do desgaste da vida cotidiana. Dentro da célula há uma espécie de amontoado de dejetos formado de proteínas quebradas, fragmentos de membranas celulares, bactérias ou vírus invasores e componentes celulares gastos ou decompostos. Na maioria das vezes, as células eliminam esses dejetos. Elas até os reciclam para obter energia. Através do processo de autofagia, ou autodigestão, as células criam membranas especializadas que ingerem os dejetos presentes no citoplasma e os levam para uma região da célula denominada lisossomo, onde os resíduos são quebrados e queimados para obtenção de energia.
Sem esse sistema eficaz, as células poderiam ficar sufocadas e não funcionar bem ou morrer. Nos últimos anos, alguns cientistas começaram a suspeitar que mecanismos de autofagia falhos contribuíssem para o desenvolvimento de diversas doenças, incluindo diabetes, distrofia muscular, mal de Alzheimer e câncer. Acredita-se que a desaceleração da autofagia na meia-idade também exerça um papel no envelhecimento.
A maioria dos pesquisadores acredita que o desenvolvimento do processo foi uma reação ao estresse da inanição: a célula passaria a reunir e consumir partes supérfluas de si própria para manter vivas as partes importantes. Em placas de Petri, a taxa de autofagia aumenta quando as células estão famintas ou são colocadas sob outra forma de estresse fisiológico.
O exercício físico certamente consiste em um estresse fisiológico. Contudo, até recentemente, poucos pesquisadores haviam indagado se o exercício físico poderia de alguma forma afetar a taxa de autofagia e, caso afetasse, se isso seria importante para o corpo de modo geral.
"A autofagia afeta o metabolismo e possui benefícios abrangentes para o corpo relacionados à saúde", afirmou Beth Levine, pesquisadora do Instituto Médico Howard Hughes no Centro Médico do Sudoeste. "Parecia haver consideráveis elementos em comum." Porém, não estava claro como os dois interagiram, acrescentou Levine.
Assim, ela e seus colegas colocaram em ação camundongos de laboratório. Os animais haviam passado por um tratamento para que as membranas envolvidas na autofagia brilhassem, revelando-se. Após 30 minutos apenas, os cientistas descobriram que os camundongos tinham uma quantidade significativamente maior de membranas nas células do corpo todo, o que indicava uma autofagia acelerada.
Contudo, essa descoberta não explicava o significado do aumento da limpeza celular para o bem-estar dos camundongos. Por isso, os pesquisadores desenvolveram uma linhagem de camundongos cujos níveis de autofagia permaneciam constantes mesmo se eles estivessem famintos ou vigorosamente exercitados.
Em seguida, os pesquisadores fizeram com que esses camundongos corressem lado a lado com um grupo de controle de camundongos normais. Os camundongos resistentes à autofagia ficaram exaustos rapidamente. Seus músculos pareciam incapazes de retirar açúcar do sangue como faziam os camundongos normais.
Importância de manter-se ativo
A maior surpresa ocorreu quando Levine empanturrou os dois grupos, durante várias semanas, com ração com alto teor de gordura, até que desenvolvessem um tipo de diabetes de roedores. A corrida reverteu posteriormente a condição de saúde dos camundongos normais, mesmo enquanto continuavam recebendo a dieta rica em gordura.
Contudo, após correrem durante semanas, os camundongos resistentes à autofagia permaneceram diabéticos. Os níveis de colesterol deles também estavam mais altos que os dos outros camundongos. O exercício físico não os tornou mais saudáveis.
Levine e seus colegas concluíram que o aumento da autofagia, induzido pelos exercícios físicos, parece ser uma etapa decisiva na melhora das condições de saúde. A descoberta é "muito empolgante", afirmou Zhen Yan, do Centro de Pesquisas Musculoesqueléticas da Universidade da Virgínia, que também estuda autofagia e exercícios. Segundo Yan, o estudo "aprimora a nossa compreensão das razões do impacto salutar dos exercícios sobre a saúde".
Os resultados obtidos por Levine têm implicações amplas. Por exemplo, os indivíduos que não reagem aos exercícios aeróbicos com o mesmo vigor que seus companheiros de treino podem ter sistemas de autofagia instáveis ou inadequados.
"É muito difícil estudar a autofagia nos seres humanos", afirmou Levine. Entretanto, medicamentos intensificadores de autofagia ou exercícios especializados algum dia talvez ajudem as pessoas a obterem total proveito dos exercícios físicos.
Até lá, esse estudo salienta mais uma vez a importância de permanecer ativo. Tanto o grupo de controle quanto o grupo geneticamente modificado tinham "níveis antecedentes normais de autofagia" durante as circunstâncias diárias, observou Levine. Contudo, esse nível de base de "limpeza" celular não foi suficiente para protegê-los em face de uma dieta insatisfatória.
Fonte:180graus
Sabe-se que as células acumulam resíduos do desgaste da vida cotidiana. Dentro da célula há uma espécie de amontoado de dejetos formado de proteínas quebradas, fragmentos de membranas celulares, bactérias ou vírus invasores e componentes celulares gastos ou decompostos. Na maioria das vezes, as células eliminam esses dejetos. Elas até os reciclam para obter energia. Através do processo de autofagia, ou autodigestão, as células criam membranas especializadas que ingerem os dejetos presentes no citoplasma e os levam para uma região da célula denominada lisossomo, onde os resíduos são quebrados e queimados para obtenção de energia.
Sem esse sistema eficaz, as células poderiam ficar sufocadas e não funcionar bem ou morrer. Nos últimos anos, alguns cientistas começaram a suspeitar que mecanismos de autofagia falhos contribuíssem para o desenvolvimento de diversas doenças, incluindo diabetes, distrofia muscular, mal de Alzheimer e câncer. Acredita-se que a desaceleração da autofagia na meia-idade também exerça um papel no envelhecimento.
A maioria dos pesquisadores acredita que o desenvolvimento do processo foi uma reação ao estresse da inanição: a célula passaria a reunir e consumir partes supérfluas de si própria para manter vivas as partes importantes. Em placas de Petri, a taxa de autofagia aumenta quando as células estão famintas ou são colocadas sob outra forma de estresse fisiológico.
O exercício físico certamente consiste em um estresse fisiológico. Contudo, até recentemente, poucos pesquisadores haviam indagado se o exercício físico poderia de alguma forma afetar a taxa de autofagia e, caso afetasse, se isso seria importante para o corpo de modo geral.
"A autofagia afeta o metabolismo e possui benefícios abrangentes para o corpo relacionados à saúde", afirmou Beth Levine, pesquisadora do Instituto Médico Howard Hughes no Centro Médico do Sudoeste. "Parecia haver consideráveis elementos em comum." Porém, não estava claro como os dois interagiram, acrescentou Levine.
Assim, ela e seus colegas colocaram em ação camundongos de laboratório. Os animais haviam passado por um tratamento para que as membranas envolvidas na autofagia brilhassem, revelando-se. Após 30 minutos apenas, os cientistas descobriram que os camundongos tinham uma quantidade significativamente maior de membranas nas células do corpo todo, o que indicava uma autofagia acelerada.
Contudo, essa descoberta não explicava o significado do aumento da limpeza celular para o bem-estar dos camundongos. Por isso, os pesquisadores desenvolveram uma linhagem de camundongos cujos níveis de autofagia permaneciam constantes mesmo se eles estivessem famintos ou vigorosamente exercitados.
Em seguida, os pesquisadores fizeram com que esses camundongos corressem lado a lado com um grupo de controle de camundongos normais. Os camundongos resistentes à autofagia ficaram exaustos rapidamente. Seus músculos pareciam incapazes de retirar açúcar do sangue como faziam os camundongos normais.
Importância de manter-se ativo
A maior surpresa ocorreu quando Levine empanturrou os dois grupos, durante várias semanas, com ração com alto teor de gordura, até que desenvolvessem um tipo de diabetes de roedores. A corrida reverteu posteriormente a condição de saúde dos camundongos normais, mesmo enquanto continuavam recebendo a dieta rica em gordura.
Contudo, após correrem durante semanas, os camundongos resistentes à autofagia permaneceram diabéticos. Os níveis de colesterol deles também estavam mais altos que os dos outros camundongos. O exercício físico não os tornou mais saudáveis.
Levine e seus colegas concluíram que o aumento da autofagia, induzido pelos exercícios físicos, parece ser uma etapa decisiva na melhora das condições de saúde. A descoberta é "muito empolgante", afirmou Zhen Yan, do Centro de Pesquisas Musculoesqueléticas da Universidade da Virgínia, que também estuda autofagia e exercícios. Segundo Yan, o estudo "aprimora a nossa compreensão das razões do impacto salutar dos exercícios sobre a saúde".
Os resultados obtidos por Levine têm implicações amplas. Por exemplo, os indivíduos que não reagem aos exercícios aeróbicos com o mesmo vigor que seus companheiros de treino podem ter sistemas de autofagia instáveis ou inadequados.
"É muito difícil estudar a autofagia nos seres humanos", afirmou Levine. Entretanto, medicamentos intensificadores de autofagia ou exercícios especializados algum dia talvez ajudem as pessoas a obterem total proveito dos exercícios físicos.
Até lá, esse estudo salienta mais uma vez a importância de permanecer ativo. Tanto o grupo de controle quanto o grupo geneticamente modificado tinham "níveis antecedentes normais de autofagia" durante as circunstâncias diárias, observou Levine. Contudo, esse nível de base de "limpeza" celular não foi suficiente para protegê-los em face de uma dieta insatisfatória.
Fonte:180graus
segunda-feira, 19 de março de 2012
Crianças também praticam Pilates

foto:http://vilamulher.terra.com.br
O Pilates possui como base: respiração, concentração, alinhamento e o cuidado com o corpo por inteiro, fatores fundamentais para qualquer pessoa ter qualidade de vida, inclusive as crianças e adolescentes.
As crianças de hoje estão convivendo, junto com os adultos, em um ambiente corrido e estressante, muitas vezes com uma quantidade excessiva de atividades, o que ocasiona falta de concentração e estresse.
A má postura também faz parte dessa realidade, causada por carregar mochilas pesadas, horas e horas em frente à TV ou ao computador (sempre com uma postura incorreta).
Por todas essas situações, as crianças adquirem maus hábitos e o Pilates pode realmente auxiliar no tratamento desses “futuros adultos”.
O conteúdo para as aulas com crianças precisa ligar os seus exercícios com o mundo em que elas vivem, fazendo com que elas percebam os benefícios de uma boa postura, da concentração e da respiração correta. Assim, elas transformarão o conhecimento em atitudes para a sua vida.
Utilizar acessórios como bolas, discos de rotação e de equilíbrio, rolos de espuma, meia-lua e outros, desperta e estimula as crianças. Quanto aos equipamentos, podem ser adaptados para elas com objetos como caixas de diversos tamanhos ou almofadas. Os exercícios progridem respeitando o limite de cada criança.
Para que o trabalho seja frutífero e estimulante e para que garanta a excelência do aprendizado e a qualidade na execução dos exercícios, o ideal é praticar o Pilates duas vezes por semana, em sessões de uma hora.
Benefícios para crianças que praticam Pilates:
• Organização do sistema locomotor;
• Melhora da postura;
• Mais concentração;
• Melhora do humor;
• Um sono de maior qualidade;
• Melhora da circulação sanguínea e energética;
• Melhora da digestão;
• Melhora do tônus;
• Melhora da flexibilidade.
Fonte: Pilates ISP
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