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terça-feira, 16 de outubro de 2012

Como acabar com a celulite?


Celulite é o um acúmulo inconveniente de gordura nas camadas mais profundas da pele. Inconveniente porque quando percebemos torcemos o nariz já que a aparência de “casca de laranja” revela que debai
xo da pele há um manto de pura gordura que parece ter preferência pelo bumbum, barriga, coxas e braços.

É um problema estético mas sabia que pode até doer? Quando em excesso, esta camada de gordura pode comprimir terminações nervosas e atrapalhar a circulação sanguínea e linfática no local. Por isto dói, além de dificultar a nutrição e a remoção de produtos eliminados pelas células.

Por que as mulheres tem mais celulite que os homens? A natureza é sábia. Ela provê as mulheres de estrógeno que é um hormônio que aumenta a produção das células de gordura. Isto para nos preparar para a gravidez. Fatores hereditários também são determinantes, assim como a falta de atividade física e uma alimentação com excesso de gordura.

O que fazer para acabar com a celulite?

- Para diminuir a celulite, dois tipos de exercícios são importantes: os aeróbios, como corridas, caminhadas ou bicicleta que aumentam a circulação sanguínea, e também os anaeróbios, e os exercícios que trabalhão os muscular . O músculo mais definido ocupa o lugar da gordura. Mas os exercícios devem sempre ser feita com a orientação profissional, para que você não tenha lesões.

- alimentação saudável, é outra medida muito importante. Evite as “gordurinhas extras” das frituras que vão aumentar ainda mais a celulite!

- massagens profissionais, como a drenagem linfática, ajudam a estimular a circulação local e com isso a dor e o desconforto melhoram bastante.

Não podemos lutar contra nossas determinações hereditárias. Mas podemos fazer muito para que nossa vida fique melhor e mais saudável. Exercícios físicos e alimentação correta são fundamentais para bem estar, alegria e saúde.

Fonte: Dra Ana Escobar


Nossa equipe do STUDIO PILATES KARINA MAIA E REBECCA LOUREIRO podemos ajudar a combater a celulite:

com o tratamentos de dermato funcional, e com os exercícios de Pilates e aeróbicos. 

ligue: 3045-6145 ou 88991436

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Outubro Rosa: Pilates no pós operatório de Câncer de Mama.

Pilates No Pós Operatório Do Câncer De Mama

Imagine passar por um ano de tratamento de câncer de mama, incluindo cirurgia, remoção de gânglios linfáticos, quimioterapia e radioterapia.Terminada esta fase, está na hora de recomeçar a sua vida e iniciar uma dieta restrita e um programa de exercícios.
Apesar do exercício ser um dos fatores mais importantes, tanto na redução do risco de câncer de mama, como nos tratamentos pós cirurgia, até 2005 a Rede Nacional de Linfedemas nos Estados Unidos aconselhava as mulheres em risco de linfedema a não praticarem exercícios ou atividades exaustivas, como, por exemplo, levantar pesos maiores do que 2,5 kg. Não é de admirar que as mulheres mastectomizadas, assim como a comunidade médica, sentiam-se confusas com a recomendação de evitar atividades mais cansativas – recomendação essa baseada mais no medo do que em pesquisa consistente.
Precauções na Prática de Exercícios para Pacientes em risco de Linfedema
  • Não medir a pressão arterial no braço afetado.
  • Evitar a prática de exercícios quando está muito calor. Exercitar-se em lugares arejados ou com ar condicionado, se possível.
  • Use protetor solar e repelente de insetos quando estiver praticando exercícios ao ar livre.
  • Usar uma luva de compressão.
  • Em caso de sintomas tais como sensação de peso, dormência, vermelhidão, inflamação, lesões de pele, febre, dor ou coceira, contacte um médico imediatamente.
  • Mantenha-se bem hidratada. A hidratação é essencial para a função linfática.
O que é um Linfedema?
O linfedema é a retenção localizada de fluidos, provocada por um bloqueamento do sistema linfático. No caso de pacientes com câncer de mama, o linfedema causa inchaço nos tecidos moles do braço, mão, tronco e peito no lado da cirurgia. Mulheres que sofreram dissecação axilar e/ou radiação estão particularmente em risco.
Os sintomas incluem sensação de peso, dormência, fadiga e, algumas vezes, dor. As mulheres afetadas têm movimentos limitados dos braços e diminuição da força muscular, causando restrições nas suas atividades. O braço mais “duro” a medida que o linfedema piora.
O linfedema pode desenvolver-se meses ou anos após o tratamento de câncer e pode ser provocado por uma infecção, movimentos repetitivos, viagens de avião, picadas de insetos, massagens vigorosas ou obesidade. Obviamente que prevenir um linfedema ou detectá-lo precocemente é melhor do que tratá-lo em estado avançado.
Os gânglios linfáticos atuam como filtros, produzindo linfócitos que ajudam a destruir bactérias, células cancerosas e outros desperdícios. Existem aproximadamente 30 a 45 linfonodos na região da axila; se há suspeita de câncer nos gânglios, geralmente são removidos de 10 a 15 para evitar que se espalhe. Se os linfonodos remanescentes não conseguem compensar o trabalho daqueles que foram removidos, poderá então surgir o linfedema. A radiação pode causar ainda mais danos devido à cicatrização dos vasos linfáticos. Finalmente, a tendência natural de proteger o braço após a cirurgia causa encurtamento dos músculos peitoral maior e trapézio e distensão dos músculos que estabilizam o ombro. A subsequente perda da mobilidade pode prejudicar ainda mais a drenagem linfática normal do braço.
O Papel do Exercício Físico
Como é que o exercício pode então fazer a diferença? Ao contrário do sistema circulatório, o sistema linfático não possui um bombeamento central; ele é estimulado pelas mudanças de pressão das contrações musculares ou da respiração profunda. A respiração profunda melhora o bombeamento no ducto torácico; as contrações musculares realizadas em uma sequência específica (geralmente a partir das extremidades em direção ao tronco) pode aumentar o retorno linfático. Além disso podem ser feitos exercícios para alongar os músculos peitoral maior e trapézio, e fortalecer os músculos do ombro. Exercícios que enfatizam a respiração profunda e flexibilidade, tais como o Pilates, podem ser particularmente benéficos.
          Treino de Força
O treino de força na área afetada tem sido um assunto controverso. Tente fazer os exercícios com calma e siga as instruções abaixo:
  • Sempre inicie com aquecimento antes de começar o treino de força no braço afectado.
  • Observe a resposta ao exercício. Fique atenta a qualquer inchaço na área, o qual poderá indicar que a carga ou o número de repetições está muito alto, ajustando então o programa de acordo com essa resposta. (um fisioterapeuta poderá lhe ensinar como medir a circunferência do braço, com a fita métrica).
  • Use uma luva de compressão (geralmente prescrita pelo fisioterapeuta ou terapeuta ocupacional).
  • Concentre-se nos músculos dos ombros e das costas, incluindo o deltóide, serrátil anterior, trapézio, rombóides e os músculos estabilizadores do ombro, chamados de manguito rotador, para otimizar o fortalecimento do ombro e promover vias alternativas de drenagem linfática.
  • Trabalhe a região abdominal para facilitar o retorno do fluxo linfático ao ducto torácico.
  • Para dar um descanso ao braço afetado, alterne os braços; alterne também exercícios para o tronco superior e inferior ou treine em circuito, incluindo tanto o treino cardiovascular como o treino de força.
  • Planeje um programa para 2 a 3 vezes na semana. Comece devagar e vá progredindo gradualmente .Proceda da maneira usual para treinar o braço não afetado, tronco, abdominais e pernas, a não ser que a reconstrução da mama tenha sido feita utilizando o músculo reto do abdomem. Neste caso, consulte o seu médico antes de começar qualquer exercício abdominal.
  • Inclua exercícios de Pilates, os quais enfatizam a postura e respiração enquanto trabalham a região abdominal.
Fonte: metacorpus